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PORTUGALd'antigamente

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PORTO 1984-1988 - 2002-2004 - ESQUADRÃO IMORTAL

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Grandes feitos: Campeão Mundial Interclubes (1987), Campeão da Liga dos Campeões da UEFA (1986-1987), Campeão da Supertaça da UEFA (1987), Tricampeão do Campeonato Português (1984-1985, 1985-1986 e 1987-1988), Campeão da taça de Portugal (1987-1988) e Campeão da Supertaça de Portugal (1986). Foi o primeiro (e até hoje único) clube português a se tornar campeão mundial interclubes.

Equipa base: Jósef Mlynarczyk (Zé Beto); João Pinto, Eduardo Luís (Geraldão), Celso Gavião (Lima Pereira) e Augusto Inácio; Jaime Magalhães, Quim (Rui Barros), António André e António Sousa; Rabah Madjer (Vermelhinho) e Paulo Futre (Fernando Gomes / Casagrande / Juary).Técnicos: Artur Jorge (1984-1987) e Tomislav Ivic (1987-1988).

 

“O Dragão se apresenta à Europa. E ao mundo também.”

 

Depois do bicampeonato europeu conquistado pelo Benfica em 1961 e 1962, a Europa jamais viu o brilho de um clube lusitano até o ano de 1987. Décadas se passaram, vários esquadrões encantaram, mas nenhum que tivesse sangue português conseguiu desbancar alemães, italianos, ingleses, espanhóis, holandeses e até romenos na principal competição do continente. Foi então que uma turma vestida em azul e branco acabou de vez com a seca e faturou uma inédita e histórica Liga dos Campeões sobre uma equipa amplamente favorito e já tricampeão do torneio – o Bayern München. Jogando em Viena, o Futebol Clube do Porto virou gigante, desbancou os alemães e levou a “Velhinha Orelhuda” para Portugal depois de 25 anos. Não bastasse o título continental, os portistas viajaram até o gélido Japão para encarar outro clube cheio de tradição, o Peñarol-URU, e provou que nem mesmo um campo coberto de neve seria capaz de apagar a chama do Dragão e o futebol de Madjer, Gomes, Magalhães, Inácio, João Pinto e tantos outros que transformaram o Porto no primeiro – e até hoje único – clube português campeão mundial de futebol, uma façanha que nem mesmo o formidável Benfica de Eusébio e Coluna conseguiu. Mas não foi só isso. Eles venceram vários títulos nacionais e iniciaram naquele final de década uma hegemonia impressionante no futebol de seu país. 

 

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Grandes feitos: Campeão Mundial Interclubes (2004), Campeão da Liga dos Campeões da UEFA (2003-2004), Campeão da Copa da UEFA (2002-2003), Bicampeão Português (2002-2003 e 2003-2004), Campeão da taça de Portugal (2002-2003) e Bicampeão da Supercopa de Portugal (2003 e 2004).

Time base: Vitor Baía; Paulo Ferreira (Seitaridis / Bosingwa), Ricardo Carvalho (Pedro Emanuel), Jorge Costa e Nuno Valente (Ricardo Costa); Costinha, Pedro Mendes (Alenichev / Diego), Deco (Quaresma / Luís Fabiano) e Maniche; Derlei e Hélder Postiga (Benni McCarthy / Carlos Alberto / Jankauskas). Técnicos: José Mourinho (2002-2004) e Víctor Fernandéz (2004).

 

“Prazer em conhecê-lo, José Mourinho”

 

Os portugueses leais ao azul e ao branco do Futebol Clube do Porto viveram três anos simplesmente maravilhosos de 2002 até 2004. Depois de anos dominando o cenário futebolístico nacional com títulos e mais títulos do Campeonato Português, principalmente com o ídolo Jardel, o Porto conseguiu, enfim, expandir sua supremacia para o continente europeu de maneira emblemática, com jovens cheios de talento e lapidados por um treinador novato que logo entraria para o rol dos maiores de todos os tempos: José Mourinho. O polêmico e emburrado técnico conduziu o time de Vitor Baía, Ricardo Carvalho, Costinha, Maniche, Deco e Derlei às maiores glórias possíveis no velho continente: a Copa da UEFA e a Liga dos Campeões da UEFA. E as taças não vieram de qualquer jeito não. Elas foram conquistadas com show, talento, brilho, e um passeio na decisão da Liga contra o Monaco: 3 a 0. Mourinho conseguiu dar ao Porto praticamente todas as glórias, faltando apenas uma Supercopa da UEFA (perdidas para o Milan, em 2003, e Valencia, em 2004). O segundo troféu da Liga igualou os Dragões ao Benfica, maior rival, que desde a década de 60 se vangloriava por ter mais taças europeias que o Porto. Pobres vermelhos… É hora de relembrar os melhores anos da história do Porto, sem dúvida alguma, que tiveram taças, craques, Mourinho, façanhas e a inauguração de um estádio novinho em folha.

 

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BENFICA 1960-1964 - ESQUADRÃO IMORTAL

BENFICA 1960-1964

 

Nos anos 60, os anos dourados Daí advém a frase: Benfica maior que Portugal.


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Grandes feitos: Bicampeão da Liga dos Campeões da UEFA (1960-1961 e 1961-1962), Tetracampeão do Campeonato Português (1959–60, 1960–61, 1962–63 e 1963–64) e Bicampeão da Copa de Portugal (1961-1962 e 1963-1964).

 

Equipa base: Costa Pereira; Mario João, Germano de Figueiredo, Angelo Martins e Domiciano Cavém (José Neto); Fernando Cruz, Mário Coluna e Joaquim Santana (José Augusto); José Águas (José Torres), António Simões e Eusébio. Técnicos: Béla Guttmann (1960-1962), Fernando Riera (1962-1963) e Lajos Czeizler (1963-1964).

 

 

“Soberano português”

 

A Europa, no começo da década de 60, já estava “cansada” da soberania do esquadrão do Real Madrid no continente, que já durava cinco longos anos. Desde 1955 a equipe merengue não deixava absolutamente ninguém vencer o então novo torneio continental, a Liga dos Campeões da UEFA. Pentacampeões, parecia que aquela hegemonia do Real iria durar para sempre. Felizmente, só parecia. Já na temporada 1960-1961 a equipa brancaleone sucumbiu logo na primeira fase da competição ao cair para o arquirrival Barcelona e deu adeus ao sonho do hexa. Mas não seria o Barça que iria fazer a festa espanhola mais uma vez. Uma equipa lusitana que começava a revelar uma das maiores joias do futebol mundial (Eusébio) acabaria com a farra da Espanha no continente e venceria a Liga duas vezes seguidas: o Benfica. A equipa portuguêsa deu show ao mostrar um padrão de jogo extremamente ofensivo e bonito, com muitos golos, ótimos atacantes e uma soberania imensa em Portugal. A equipa de Lisboa colocou Portugal definitivamente no mapa do futebol e foi a base da ótima seleção portuguesa da década de 60, que conseguiu um histórico terceiro lugar na taça do Mundo de 1966. 

 

 

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 A base do Benfica na era Guttmann: melhor equipa portuguêsa de todos os tempos.

 

 

 

 
 

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