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PORTUGALd'antigamente

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Benzedura para afastar a inveja e tirar o quebranto

 

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As benzeduras são rezas muito antigas, ensinadas de geração em geração, que devem ser ditas enquanto se faz o sinal da cruz à frente da pessoa que se está a benzer.

 

- Vai precisar de:

- 1 prato fundo com água
- 1 pouco de azeite numa tacinha

Preparação:

- Diga a seguinte oração em voz alta:

Deus te viu, Deus te criou
Deus te livre de quem para ti
com mal olhou.
Em nome do pai, do Filho
e do Espírito santo
Virgem do pranto,
quebrai este quebranto.

 

 

 Molhe o dedo no azeite e deixe cair três gotas no prato com água. Se as gotas se abrirem na água, ainda tem quebranto. Deite fora a água e repita a oração com água limpa no prato. Quando as gotas de azeite ficarem intactas na água, o quebranto foi tirado.

 

 

 

 

fonte:https://www.mariahelena.pt/pt/pages/benzedura-para-afastar-a-inveja-e-tirar-o-quebranto fonte imagem:https://br.pinterest.com/pin/359865826445421220/

 

 

 

 

O Aqueduto da Água de Prata

O Aqueduto da Água de Prata, conhecido também por Aqueduto da Água da Prata ou Aqueduto da Prata é uma complexa obra de engenharia hidráulica renascentista com o objectivo de abastecer a cidade de Évora com água.

 

 

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 Começou a ser construído em 1531, tendo sido inaugurado a 28 de Março de 1537, tem uma extensão que percorre cerca de 18 Km desde a Graça do Divor até ao seu destino final, a cidade de Évora.

 

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Foi mandado edificar por ordem do rei D. João III e foi projectado e construído pelo arquitecto régio Francisco de Arruda.

Segundo medições realizadas no início séc. XVII (1606), o antigo canal adutor quinhentista media 16.646 varas, que são 8.323 braças, o equivalente a 18.310,60 metros

 

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Após uma espera de quatro décadas e duas vãs tentativas a obra foi finalmente concretizada em tempo reduzido.

 

Nos anos 30 do século XVI D. João III mobilizou importantes recursos técnicos, humanos e financeiros para dotar a cidade com o mais extenso e complexo projecto de engenharia hidráulica do seu tempo.

 

 

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Para a construção do aqueduto também foi solicitado o contributo financeiro da nobreza de Évora com 691.640 rs., através de imposto das rendas da casa real para lançamento do "grandioso cano".

 

A descrição mais antiga que se conhece do aqueduto é do tempo do reinado de D. Filipe I de Portugal e consta no Regimento do Aqueduto da Água da Prata datado do ano de 1606:

“…a primeira água que entra no cano Real, é nas minas onde ele tem seu princípio, que está na herdade de Rui Lopes Lobo, além da igreja de nossa Senhora da Graça do Divor […] estas minas têm dois canos apartados em dois braços muito bem feitos […] tem três palmos de largura, e seis de alto

 

 

 

com suas paredes de pedra e cal, coberto por cima de grandes pedras bem lavradas […] e como a água há-se ir ao nível, vão os canos em terra alta por baixo dela, as vezes em 25 palmos, e em partes em 30 palmos […] estes canos […] a certos passos tem luminarias para dar claridade a quem os visitar por dentro, tirando-lhe as pedras que as cobrem …

 

 

 

Ao longo dos seus quase cinco séculos de existência o aqueduto sofreu alguns restauros, alterações, acrescentos e demolições.

 

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