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PORTUGALd'antigamente

- TRADIÇÕES - CURIOSIDADES - HISTÓRIA - LENDAS - PORTUGALdantigamente ....

PORTUGALd'antigamente

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Extinguir o analfabetismo ? ( Portugal 1934 )

 

Em 1934, Eusébio Tamagnini, Ministro da Educação da altura, numa entrevista ao Diário de Notícias, explica como irá extinguir o analfabetismo, apesar de não ter verbas suficientes para atender a todos os casos de adultos e crianças que não sabem ler nem escrever.

 

Para ser resolvido, afirma ele,  tal problema terá que ser simplificado  de acordo com as mais modernas pedagogias:

 

 

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Quer dizer - acentua o Sr. Eusébio Tamagnini - que reduzindo das 585 000 crianças em idade escolar, 23% (8% de ineducáveis e 15% de normais estúpidos), ficam 134 500 que não carecem de ensino complementar.

 

Para as restantes ( os  451 000 educáveis ) são precisas mais 190 escolas e 270 professores.


 

 

 

 

 

in Escola, Sociedade que relação?, de Luiza Cortesão (1988)


 

 

 

O mistério da queda de Salazar ....

 

A cadeira que está na posse do Colégio Militar pode não ser aquela de onde o ditador caiu.

 

 

 

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E há diferentes versões da história: uns referem que a cadeira se partiu e foi atirada ao mar pela governanta e outros afirmam mesmo que a cadeira nunca existiu.

 

A governanta de António de Oliveira Salazar.  Relata que, a 10 de setembro de 1968 - pouco mais de um mês depois da queda de Salazar da cadeira -, Maria de Jesus afirmou ao Diário de Notícias que a cadeira se «desconjuntou» durante a queda.

O facto de Salazar ter «o hábito de se deixar cair nas cadeiras, em vez de se sentar» - como conta Américo Tomás, o último Presidente do Estado Novo, no seu livro Últimas décadas - pode ter provocado a quebra da cadeira.

 

Por outro lado, um livro de Fernando Dacosta intitulado Máscaras de Salazar refere que, dois dias depois do acidente, a governanta que acompanhou o ditador durante mais de 40 anos, «furiosa», partiu a cadeira e atirou-a ao mar.

Há mesmo quem fale da existência de um manuscrito da governanta, onde a famosa Dona Maria contará que decidiu desfazer-se da cadeira, mandando-a ao mar.

 

A cadeira de lona ficou conhecida por ter conseguido derrubar Salazar - o que a Oposição não conseguiu fazer - e tê-lo levado a abandonar o poder após de 40 anos. Mas há quem defenda que a história é falsa e que a tal cadeira nunca existiu.

 

O barbeiro de Salazar, Manuel Marques, contava que o antigo chefe do Conselho não caiu de uma cadeira, mas sim que tombou desamparado no chão. «Salazar não se apercebeu, nessa manhã, que a cadeira, onde se deveria instalar, se encontrava fora do sítio.

O dr. Salazar era muito educado, mas muito cabeça no ar»

 

Outra testemunha, a última criada de Salazar, Rosália Araújo, afirmou  que não se lembra de ninguém ter falado em nehuma queda.

«Depois, mais tarde, é que ouvi essa versão, porque eu nunca me lembro de alguém dizer que ele tinha caído da cadeira.

As cadeiras que havia lá no corredor eram cadeiras de verga, assim como as mesas», contou, afirmando que o presidente do Governo nem nunca se sentava nas cadeiras.

 

A história da queda de Salazar da cadeira de lona, madeira, ou qualquer outro tipo de material, parece ser um mistério que continua, e continuará, por desvendar.

 

 

 

 

 

 

 

fonte:https://sol.sapo.pt/artigo/622399/o-misterio-da-cadeira-da-queda-de-salazar

 

 

 

 

O “DEITA-GATOS”

 

 

«Gatear tudo que fosse loiça partida em cacos, era tarefa do “deita-gatos”
 
 
 
 
Um servidor ambulante, em tempos de privação e, em muitos casos, de verdadeira pobreza, de que apenas os idosos do presente, guardam recordação e para quem a Revolução dos Cravos tem importante e grato significado. 
 

Foram tempos em que, praticamente, tudo era aproveitado, dos frascos e garrafas às latas, caixas e caixotes.
 
Os consertos nas roupas, no calçado, na telefonia (a televisão estava a décadas de aparecer), nos ainda poucos electrodomésticos e no que quer que fosse prolongavam-lhes a vida ao limite da utilização.
 

Na sociedade de consumismo desenfreado que é a nossa, ninguém se lembra hoje de mandar pôr uma vareta nova numa sombrinha, colocar um pingo de solda numa panela, a que o uso de anos abrira um buraquinho no fundo, ou juntar os cacos de um prato que caiu ao chão. 
 

Nesse prolongar de vida de muitas peças de barro e de faiança, dois tipos de loiça de casa muito frequentes nesses anos, tinha papel importante o deita-gatos também ele, quase sempre o “amola-tesouras” e muitas vezes, “funileiro à porta”.
 

O nosso homem começava por unir os cacos e, por cada “gato” (um pedaço de arame terminado por duas pequenas garras) a colocar, marcar os dois pontos onde fazer um furo com a ajuda de um broquim primitivo, como os que se mostram na figura.
 
 
 
 
 
 

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Juntos e colados todos os cacos era a vez de, com a arte que a experiência sempre dá, introduzir as garras dos “gatos” e fixá-los de modo a ficarem bem apertados.
 
 
 
 

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Ainda guardo, mas agora com o significado de antiguidades, pratos e travessas da Real Fábrica de Loiça de Sacavém, mandadas gatear pela minha mãe e pela mãe dela.»
 


Texto e Imagens cedidos pelo Prof.António Galopim de Carvalho
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

O verdadeiro Pai de D. Afonso Henriques...... ?

 

A versão contada nos livros de história diz que D. Afonso Henriques é filho do Conde D. Henrique e que teria nascido muito fraco e muito debilitado.

 

 

Conta-se que o seu aio, Egas Moniz, terá levado a criança de Guimarães para Chaves na tentativa de o curar nas águas termais daquela cidade transmontana.

 

Naquele tempo a viagem entre Guimarães e Chaves demorava 3 meses!!

  Entre caminhos de terra e em carro de bois.

 

Acontece que, o Infante D. Afonso Henriques terá falecido no caminho.

Ao chegar a Vila Pouca de Aguiar, Egaz Moniz teria se cruzado com um pastor acompanhado de um filho com uma idade aproximada à de D. Afonso Henriques, mas muito mais saudável.

Egas Moniz terá comprado o filho ao pastor e levou-o para Chaves, onde durante 4 anos, o educou e transformou num menino com educação da realeza.....

Conta-se que o substituto de D. Afonso Henriques era tão saudável que fisicamente  aos 13 anos já media 1 metro e 80 , quando naquela época o normal era medir 1 metro e 60 na idade adulta.

 

 

 

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Estátua de D. Afonso Henriques

 

 

 

Outra versão é que D. Afonso Henriques seria na realidade, filho do próprio Egas Moniz, que terá sido pai na mesma altura  que o Conde D. Henrique.

Fiel ao Conde, o aio Egas Moniz terá concordado em trocar o seu filho saudável pelo filho doente do Conde D. Henrique.

 

A história continua um mistério .........

 

 

 

 

 

 

fonte:https://www.vortexmag.net/afonso-henriques-o-rei-que-afinal-era-filho-de-um-pastor-transmontano/

 

 

 

 

Chicoteador de cachorros

 

Chicoteador de cachorros !!!! Já foi profissão !!!!!

 

 

 

 

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Este trabalho era desempenhado por algum empregado da Igreja, com a missão de remover cachorros indesejados da propriedade da Igreja enquanto as missas eram realizadas.

 

Durante os séculos XVII até XIX, não era incomum que os cães de estimação acompanhassem seus donos à igreja.

 

Caso algum cachorro incomodasse a solenidade, o chicoteador tirava o animal de dentro da igreja, para que a missa pudesse continuar.

 

 

 

 

 

fonte:https://hypescience.com/21700-os-10-empregos-mais-bizarros-da-historia/

 

 

 

 

Quando Viseu foi capital ......

 

 

Parece estranho! Mas a História de Portugal poderia ter tido um rumo muito diferente, caso D. Ramiro II tivesse conseguido colocar em prática os seus planos:

 

Esses planos era fazer de Viseu a capital do então território português e declarar independência face aos restantes reinos cristãos da Península Ibérica.

 

D. Ramiro II chegou mesmo a declarar-se “Rex Portucalensis”, o primeiro a ostentar este título muitos anos antes de D. Afonso Henriques.

Tudo aconteceu no ano de 925, Viseu era o local onde estava instalada a sua corte, ou seja, era a sede do governo e portanto a capital do território.

 

 

 

 

 

 

 

Quem era D. Ramiro II?

 

 

 

 

 

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 D. Ramiro II

 

 

 

 

 

Ramiro ainda pequeno foi confiado como educando a Diogo Fernandes e a sua esposa, poderosa família detentora de vastos territórios em terras do Douro e mais tarde também no vale do rio Mondego.

Estes territórios foram o centro de um núcleo de repovoamento agrupados em torno da política criada em torno da também ainda criança Bermudo Ordonez.

Quando o seu irmão Afonso IV subiu ao trono, revoltou-se contra ele, e foi o único dos irmãos de Afonso IV que se livrou de ser cegado, devido ao facto de se ter refugiado entre os muçulmanos.

 

Ramiro II reveste-se ainda de particular importância para a história portuguesa – trata-se do primeiro rei a intitular-se (ainda que por breve período de tempo – entre 925, ainda em disputas com o irmão Afonso IV, e 931, um ano após a subida ao trono) de rei da terra portucalense – reconhecimento pleno da existência de uma terra portucalense, que já se vinha firmando desde 868, com a conquista de Vímara Peres e a formação da sua casa condal à frente dos destinos da mesma.

 

A D. Ramiro II atribui-se, embora com algumas dúvidas, a construção da Cava de Viriato, precisamente em Viseu.

 

 

 

 

 

 

 

fontes:http://www.centronoticias.pt/2018/05/30/e-quando-viseu-foi-capital-e-depois-como-mudou-a-historia/

           https://www.vortexmag.net/quando-viseu-era-a-capital-de-portugal-e-d-ramiro-ii-o-seu-rei/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VÍDEO DE PORTUGAL DE OUTROS TEMPOS

 

PORTUGAL ANTES DA DEMOCRACIA ......

 

 

 

 

 

 

 

 

 

o vídeo  é uma cópia tirada da internet, não é original do blogue.

 

 

 

 

 

 

Sabia que o «minuto de silêncio» foi inventado por portugueses ?

 

Poucos sabem que o «minuto de silêncio» foi inventado por portugueses.

 

 

 

 

 

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A homenagem a alguém que faleceu e, que hoje em dia é realizada em todos os estádios mundiais.

 

 

 



A morte do Barão do Rio Branco, em 1912, marcou o início da história do minuto de silêncio.

 

 

 

 

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José Maria da Silva Paranhos Júnior era uma pessoa muito  querida em Portugal e quando os portugueses souberam da sua morte resolveram manter-se em silêncio durante 10 minutos!

 



A homenagem foi bem vista e passou a ser utilizada em todo o mundo.

 

Dos 10 passou para os cinco minutos e chegou aos estádios de futebol, onde se concentravam as grandes multidões.



Desde 1912 até aos dias de hoje são milhares as homenagens feitas em recintos desportivos, para lembrar pessoas, tragédias e acontecimentos que abalaram a sociedade.

 

 

 

 

 

 

 

fonte: http://superstars.pt/um-minuto-de-silencio-em-portugues/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Primeiro salário mínimo em Portugal

 

A criação do salário mínimo em Portugal foi em 1974

 

 

 

 

Foi Avelino Pacheco Gonçalves,  ministro do Trabalho no I Governo provisório que criou o salário mínimo nacional

 

 

 

A 27 de Maio de 1974, por iniciativa do I Governo provisório liderado por Adelino da Palma Carlos.

 

 

 

3300 escudos

 

 

 

 

 Um aumento “escandaloso”, com os patrões a ameaçar falência.

 

 

 

 

 

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Pelo contrário, a economia cresceu, impulsionada pelo novo poder aquisitivo dos trabalhadores.

Houve corrida aos móveis, que não havia em casa dos operários, e aos electrodomésticos.

 

 

 

“Foi a altura de muitas famílias deixarem de dormir em tarimbas”.

 

 

 

Portugal era, antes do 25 de Abril, um país onde os trabalhadores em particular viviam muito mal. 

 

 

 

O salário mínimo nacional teve um grande impacto na economia. Durante muitos anos, se fosse ao acaso pelo país e perguntasse aos trabalhadores como é que tinham sentido o salário mínimo, uma larga percentagem diria: “Pela primeira vez, pude fazer muita coisa”. Era muito frequente, no Norte, por exemplo, as pessoas referirem que esse foi o tempo em que finalmente compraram a primeira mobília.

Porque visitar uma casa de um operário têxtil, do calçado ou da construção civil, era visitar uma casa ou um abrigo quase completamente desguarnecido, não equipado.

E era evidente que os casais tiveram pela primeira vez a oportunidade de melhorar a sua vida.

 

 

 

 

 

 

 

fonte:https://www.publico.pt/2014/04/13/sociedade/noticia/a-criacao-do-salario-minimo-em-1974-foi-um-impulso-para-a-economia-1631964

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Crimes sexuais punidos com ( CAPAÇÃO )

 

A capação

 

Feita a macete consistia em colocar os testículos do cidadão condenado, em local rígido esmagando-os com um forte golpe certeiro, usando para tanto um grosso pau roliço tipo bastão ou cassetete, ou mesmo, uma marreta fabricada com madeira de lei.

 

 

 

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 SALA DA CAPAÇÃO

 

 

 

De uma maneira geral, em quase todas as nações, os crimes de ordem sexual eram punidos nos parâmetros da Lei de Talião, ou seja, o autor sofria castigo igual, parecido ou relacionado ao dano por ele causado.

 

 

A máxima OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE

 

 Fora vivenciada por muito tempo em quase todas as Leis das diversas Nações, em destarte, na Idade média através da Inquisição comandada pela própria Igreja católica.

 

 

 A Lei de Talião era interpretada não só como um direito, mas até como uma exigência social de vingança em favor da honra pessoal, familiar ou tribal.

 

 

As Ordenações do Reino que compunham as Leis Manuelinas, Afonsinas e Filipinas, formavam a base do sistema penal português, que por sua vez também vigoravam no Brasil.

Entre as penas estavam a morte, a mutilação através do corte de membros, o degredo, o tormento, a prisão perpetua e o açoite.

 

O homem que praticasse determinados atos sexuais considerados imorais ou criminosos poderia ser condenado à castração, então conhecida por capação que podia ser concretizada de várias maneiras, contanto que com o castigo o agressor não tivesse mais possibilidade de voltar a delinquir devido a perda total do seu apetite sexual.

 

 

 

 

 

 

 

 

fonte: https://www.algosobre.com.br/interesse-publico/crimes-sexuais-da-antiga-capacao-para-a-moderna-castracao-quimica.html

 

 

 

 

 

 

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