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PORTUGALd'antigamente

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Um virus que matou mais de 60 mil

 

 

As mulheres na Idade Média

 

“A alma de uma mulher e a alma de uma porca são quase o mesmo, ou seja, não valem grande coisa.” (Arnaud Laufre)

 

 

Por estes pensamentos da época já da para se ter uma idéia da visão que o homem tinha da mulher.

 

 

A MULHER NA FAMÍLIA

 

As filhas eram totalmente excluídas da sucessão, quando contraiam matrimônio recebiam um dote, constituído de bens que seriam administrados pelo marido.  A linhagem beneficiava apenas componentes do sexo masculino, e a herança só era passada para o primogênito, isso como forma de evitar a divisão dos bens da família.
Quando a mulher se casava passava a fazer parte da família do esposo. Nessa nova família, quando viúva, não tinha direito à herança.
O casamento era um pacto entre duas famílias, seu objetivo era simplesmente a procriação.
 A mulher era ao mesmo tempo doada e recebida, como um ser passivo. Sua principal virtude, dentro e fora do casamento, deveria ser a obediência, submissão. Filha, irmã, esposa: servia somente de referência ao homem que estava servindo.
 
A inferioridade feminina provinha da fragilidade do sexo, da sua fraqueza ante aos perigos da carne. No centro da moral cristã existia uma aguada desconfiança em relação ao prazer. Ele, segundo os moralistas, mantinha o espírito prisioneiro do corpo, impedindo-o de se elevar em direção a Deus.
Na prática do sexo, sempre com o objetivo único da procriação, a mulher não deveria demonstrar sensação de prazer, a posição deveria ser o homem sobre a mulher.
Essa posição obrigatória da prática do sexo indicava a situação de submissão que dela se esperava.
Seguramente, na concepção dos religiosos, o marido que amasse excessivamente sua esposa era visto como adúltero. Não deveria usá-la como se fosse uma prostituta. A mulher não podia tratar o marido como se ele fosse seu amante.
Por intermédio do casamento, o corpo da mulher passava a pertencer ao seu esposo. Mas a alma dela deveria sempre permanecer na posse de Deus.
 
Na época, buscava-se justificar o desprezo dos homens pelas mulheres de todas as formas.
 
 Para os pensadores da época, a palavra latina que designava o sexo masculino, Vir, lembrava-lhes Virtus, isto é, força, retidão. Enquanto Mulier, o termo que designava o sexo feminino lembrava Mollitia, relacionada à fraqueza, à flexibilidade, à simulação.
 
Aos homens, pais ou maridos cabia o direito de castigá-las como uma criança, um doméstico, um escravo. 
Este desdém revela ao mesmo tempo desconfiança e temor. Os homens receavam o adultério por parte da esposa. Temiam que lhes oferecessem certos filtros mágicos que os levassem a impotência. Esterilidade, esta, que assustava os homens.
 
 
 

ATIVIDADES PROFISSIONAIS

 

Na época, a mulher era vista como um ser que foi feito para obedecer. 
 
Não era bom que uma mulher soubesse ler e escrever, a não ser que entrasse para a vida religiosa. Uma moça deveria, isso sim, saber fiar e bordar.
Se fosse pobre, teria necessidade do trabalho pra sobreviver. Se fosse rica, ainda assim deveria conhecer o trabalho para administrar e supervisionar o serviço de seus domésticos e dependentes.
Entretanto, não devemos pensar na mulher como um grupo compacto e oprimido pelos homens.
As diferenças sociais foram sempre tão fortes como as diferenças de sexo.
 
 Muitas vezes a opressão era exercida pelas mulheres poderosas sobre as suas dependentes. 
 
Considerava-se que a mulher era o pecado, a carne fraca.
O casamento não tinha nunca o objetivo de unir pessoas que se amam, ou o objetivo de dar prazer a alguma das partes, e sim o objetivo da procriação.
A mulher quando se casava simplesmente trocava de homem ao qual tinha que se submeter (de pai para agora marido).
 
 
 
À mulher cabia as responsabilidades domésticas, exceto no caso de camponeses e classes mais baixas, que deveriam acompanhar seu marido no trabalho feudal.
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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MULHER BISBILHOTEIRA DA IDADE MÉDIA

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

OS PIROLITOS

 

O pirolito era uma bebida gasosa, continha água, ácido cítrico e gás carbónico e a garrafa não tinha rolha nem cápsula, pois possuía no interior uma esfera de vidro que servia de tampa, (empurrava-se a esfera de vidro para baixo, de modo ao gás sair e permitir a saída do liquido). 

 

Devido às exigências sanitárias e outros melhoramentos exigidos pelo governo da altura nos finais da década de 1950, levou ao encerramento das Fábricas de Pirolitos  nos inícios da década de 1960.

O sistema de fecho destas garrafas, pela pequena esfera de vidro, foi considerado prejudicial para a saúde pública, pois era difícil a sua lavagem, entre outras medidas sanitárias que devido aos elevados custos de modernização, levou ao encerramento de muitas fábricas em todo o País.

 

 

O formato da garrafa, também conhecida por «frasco de bola», distinguia-a de todas as outras bebidas gaseificadas.

Tinha uma forma cilíndrica na base, encimada por um gargalo cónico, com um aro de borracha na extremidade superior, que se destinava a fechar hermeticamente a bebida por intermédio de uma bola de vidro.

Esta bola de vidro transformava-se num berlinde, apreciado pelos rapazes, quando se partiam as garrafas, usados depois no jogo do berlinde.

Um estreitamento bilateral no gargalo, como se fosse feito por dois dedos, permita fixar o berlinde, depois de aberta.

Para abrir a garrafa bastava carregar no berlinde e este descia para a sua cavidade própria no gargalo.

Ao pegarmos numa garrafa de pirolito ouvimos o som inconfundível do berlinde a bater nas paredes da garrafa.

 

 

 

 

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Em Portugal houve inúmeras fábricas de pirolitos, distribuídas por todo o território, nomeadamente em Aveiro; Barreiro; Estremoz; Espinho; Coimbra; Sesimbra, Marinha Grande, Lourinhã, etc. Assim, cada pessoa que conheceu o pirolito acha que o da sua zona foi o primitivo.

Em comum existiam as garrafas fabricadas na Marinha Grande. Do que nos foi possível constatar existiam vários tipos de garrafas.

Embora o modelo seja o mesmo os tamanhos e o tipo de vidro variam ligeiramente. Isto deve-se a que eram fabricadas em várias fábricas.

Algumas garrafas não tinham qualquer identificação na base, enquanto outras apresentam as marcas das fábricas em que eram produzidas.

 

 

 

 

 

 

 

 

fonte:https://www.loba.pt/blog/pirolito-garrafa-que-marcou-uma-geracao/

fonte da imagem:http://aindasoudotempo.blogspot.com/2014/03/do-pirolito-bilas.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Extinguir o analfabetismo ? ( Portugal 1934 )

 

Em 1934, Eusébio Tamagnini, Ministro da Educação da altura, numa entrevista ao Diário de Notícias, explica como irá extinguir o analfabetismo, apesar de não ter verbas suficientes para atender a todos os casos de adultos e crianças que não sabem ler nem escrever.

 

Para ser resolvido, afirma ele,  tal problema terá que ser simplificado  de acordo com as mais modernas pedagogias:

 

 

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Quer dizer - acentua o Sr. Eusébio Tamagnini - que reduzindo das 585 000 crianças em idade escolar, 23% (8% de ineducáveis e 15% de normais estúpidos), ficam 134 500 que não carecem de ensino complementar.

 

Para as restantes ( os  451 000 educáveis ) são precisas mais 190 escolas e 270 professores.


 

 

 

 

 

in Escola, Sociedade que relação?, de Luiza Cortesão (1988)


 

 

 

O mistério da queda de Salazar ....

 

A cadeira que está na posse do Colégio Militar pode não ser aquela de onde o ditador caiu.

 

 

 

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E há diferentes versões da história: uns referem que a cadeira se partiu e foi atirada ao mar pela governanta e outros afirmam mesmo que a cadeira nunca existiu.

 

A governanta de António de Oliveira Salazar.  Relata que, a 10 de setembro de 1968 - pouco mais de um mês depois da queda de Salazar da cadeira -, Maria de Jesus afirmou ao Diário de Notícias que a cadeira se «desconjuntou» durante a queda.

O facto de Salazar ter «o hábito de se deixar cair nas cadeiras, em vez de se sentar» - como conta Américo Tomás, o último Presidente do Estado Novo, no seu livro Últimas décadas - pode ter provocado a quebra da cadeira.

 

Por outro lado, um livro de Fernando Dacosta intitulado Máscaras de Salazar refere que, dois dias depois do acidente, a governanta que acompanhou o ditador durante mais de 40 anos, «furiosa», partiu a cadeira e atirou-a ao mar.

Há mesmo quem fale da existência de um manuscrito da governanta, onde a famosa Dona Maria contará que decidiu desfazer-se da cadeira, mandando-a ao mar.

 

A cadeira de lona ficou conhecida por ter conseguido derrubar Salazar - o que a Oposição não conseguiu fazer - e tê-lo levado a abandonar o poder após de 40 anos. Mas há quem defenda que a história é falsa e que a tal cadeira nunca existiu.

 

O barbeiro de Salazar, Manuel Marques, contava que o antigo chefe do Conselho não caiu de uma cadeira, mas sim que tombou desamparado no chão. «Salazar não se apercebeu, nessa manhã, que a cadeira, onde se deveria instalar, se encontrava fora do sítio.

O dr. Salazar era muito educado, mas muito cabeça no ar»

 

Outra testemunha, a última criada de Salazar, Rosália Araújo, afirmou  que não se lembra de ninguém ter falado em nehuma queda.

«Depois, mais tarde, é que ouvi essa versão, porque eu nunca me lembro de alguém dizer que ele tinha caído da cadeira.

As cadeiras que havia lá no corredor eram cadeiras de verga, assim como as mesas», contou, afirmando que o presidente do Governo nem nunca se sentava nas cadeiras.

 

A história da queda de Salazar da cadeira de lona, madeira, ou qualquer outro tipo de material, parece ser um mistério que continua, e continuará, por desvendar.

 

 

 

 

 

 

 

fonte:https://sol.sapo.pt/artigo/622399/o-misterio-da-cadeira-da-queda-de-salazar

 

 

 

 

O “DEITA-GATOS”

 

 

«Gatear tudo que fosse loiça partida em cacos, era tarefa do “deita-gatos”
 
 
 
 
Um servidor ambulante, em tempos de privação e, em muitos casos, de verdadeira pobreza, de que apenas os idosos do presente, guardam recordação e para quem a Revolução dos Cravos tem importante e grato significado. 
 

Foram tempos em que, praticamente, tudo era aproveitado, dos frascos e garrafas às latas, caixas e caixotes.
 
Os consertos nas roupas, no calçado, na telefonia (a televisão estava a décadas de aparecer), nos ainda poucos electrodomésticos e no que quer que fosse prolongavam-lhes a vida ao limite da utilização.
 

Na sociedade de consumismo desenfreado que é a nossa, ninguém se lembra hoje de mandar pôr uma vareta nova numa sombrinha, colocar um pingo de solda numa panela, a que o uso de anos abrira um buraquinho no fundo, ou juntar os cacos de um prato que caiu ao chão. 
 

Nesse prolongar de vida de muitas peças de barro e de faiança, dois tipos de loiça de casa muito frequentes nesses anos, tinha papel importante o deita-gatos também ele, quase sempre o “amola-tesouras” e muitas vezes, “funileiro à porta”.
 

O nosso homem começava por unir os cacos e, por cada “gato” (um pedaço de arame terminado por duas pequenas garras) a colocar, marcar os dois pontos onde fazer um furo com a ajuda de um broquim primitivo, como os que se mostram na figura.
 
 
 
 
 
 

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Juntos e colados todos os cacos era a vez de, com a arte que a experiência sempre dá, introduzir as garras dos “gatos” e fixá-los de modo a ficarem bem apertados.
 
 
 
 

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Ainda guardo, mas agora com o significado de antiguidades, pratos e travessas da Real Fábrica de Loiça de Sacavém, mandadas gatear pela minha mãe e pela mãe dela.»
 


Texto e Imagens cedidos pelo Prof.António Galopim de Carvalho
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

O verdadeiro Pai de D. Afonso Henriques...... ?

 

A versão contada nos livros de história diz que D. Afonso Henriques é filho do Conde D. Henrique e que teria nascido muito fraco e muito debilitado.

 

 

Conta-se que o seu aio, Egas Moniz, terá levado a criança de Guimarães para Chaves na tentativa de o curar nas águas termais daquela cidade transmontana.

 

Naquele tempo a viagem entre Guimarães e Chaves demorava 3 meses!!

  Entre caminhos de terra e em carro de bois.

 

Acontece que, o Infante D. Afonso Henriques terá falecido no caminho.

Ao chegar a Vila Pouca de Aguiar, Egaz Moniz teria se cruzado com um pastor acompanhado de um filho com uma idade aproximada à de D. Afonso Henriques, mas muito mais saudável.

Egas Moniz terá comprado o filho ao pastor e levou-o para Chaves, onde durante 4 anos, o educou e transformou num menino com educação da realeza.....

Conta-se que o substituto de D. Afonso Henriques era tão saudável que fisicamente  aos 13 anos já media 1 metro e 80 , quando naquela época o normal era medir 1 metro e 60 na idade adulta.

 

 

 

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Estátua de D. Afonso Henriques

 

 

 

Outra versão é que D. Afonso Henriques seria na realidade, filho do próprio Egas Moniz, que terá sido pai na mesma altura  que o Conde D. Henrique.

Fiel ao Conde, o aio Egas Moniz terá concordado em trocar o seu filho saudável pelo filho doente do Conde D. Henrique.

 

A história continua um mistério .........

 

 

 

 

 

 

fonte:https://www.vortexmag.net/afonso-henriques-o-rei-que-afinal-era-filho-de-um-pastor-transmontano/

 

 

 

 

Chicoteador de cachorros

 

Chicoteador de cachorros !!!! Já foi profissão !!!!!

 

 

 

 

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Este trabalho era desempenhado por algum empregado da Igreja, com a missão de remover cachorros indesejados da propriedade da Igreja enquanto as missas eram realizadas.

 

Durante os séculos XVII até XIX, não era incomum que os cães de estimação acompanhassem seus donos à igreja.

 

Caso algum cachorro incomodasse a solenidade, o chicoteador tirava o animal de dentro da igreja, para que a missa pudesse continuar.

 

 

 

 

 

fonte:https://hypescience.com/21700-os-10-empregos-mais-bizarros-da-historia/

 

 

 

 

Quando Viseu foi capital ......

 

 

Parece estranho! Mas a História de Portugal poderia ter tido um rumo muito diferente, caso D. Ramiro II tivesse conseguido colocar em prática os seus planos:

 

Esses planos era fazer de Viseu a capital do então território português e declarar independência face aos restantes reinos cristãos da Península Ibérica.

 

D. Ramiro II chegou mesmo a declarar-se “Rex Portucalensis”, o primeiro a ostentar este título muitos anos antes de D. Afonso Henriques.

Tudo aconteceu no ano de 925, Viseu era o local onde estava instalada a sua corte, ou seja, era a sede do governo e portanto a capital do território.

 

 

 

 

 

 

 

Quem era D. Ramiro II?

 

 

 

 

 

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 D. Ramiro II

 

 

 

 

 

Ramiro ainda pequeno foi confiado como educando a Diogo Fernandes e a sua esposa, poderosa família detentora de vastos territórios em terras do Douro e mais tarde também no vale do rio Mondego.

Estes territórios foram o centro de um núcleo de repovoamento agrupados em torno da política criada em torno da também ainda criança Bermudo Ordonez.

Quando o seu irmão Afonso IV subiu ao trono, revoltou-se contra ele, e foi o único dos irmãos de Afonso IV que se livrou de ser cegado, devido ao facto de se ter refugiado entre os muçulmanos.

 

Ramiro II reveste-se ainda de particular importância para a história portuguesa – trata-se do primeiro rei a intitular-se (ainda que por breve período de tempo – entre 925, ainda em disputas com o irmão Afonso IV, e 931, um ano após a subida ao trono) de rei da terra portucalense – reconhecimento pleno da existência de uma terra portucalense, que já se vinha firmando desde 868, com a conquista de Vímara Peres e a formação da sua casa condal à frente dos destinos da mesma.

 

A D. Ramiro II atribui-se, embora com algumas dúvidas, a construção da Cava de Viriato, precisamente em Viseu.

 

 

 

 

 

 

 

fontes:http://www.centronoticias.pt/2018/05/30/e-quando-viseu-foi-capital-e-depois-como-mudou-a-historia/

           https://www.vortexmag.net/quando-viseu-era-a-capital-de-portugal-e-d-ramiro-ii-o-seu-rei/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sabia que o «minuto de silêncio» foi inventado por portugueses ?

 

Poucos sabem que o «minuto de silêncio» foi inventado por portugueses.

 

 

 

 

 

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A homenagem a alguém que faleceu e, que hoje em dia é realizada em todos os estádios mundiais.

 

 

 



A morte do Barão do Rio Branco, em 1912, marcou o início da história do minuto de silêncio.

 

 

 

 

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José Maria da Silva Paranhos Júnior era uma pessoa muito  querida em Portugal e quando os portugueses souberam da sua morte resolveram manter-se em silêncio durante 10 minutos!

 



A homenagem foi bem vista e passou a ser utilizada em todo o mundo.

 

Dos 10 passou para os cinco minutos e chegou aos estádios de futebol, onde se concentravam as grandes multidões.



Desde 1912 até aos dias de hoje são milhares as homenagens feitas em recintos desportivos, para lembrar pessoas, tragédias e acontecimentos que abalaram a sociedade.

 

 

 

 

 

 

 

fonte: http://superstars.pt/um-minuto-de-silencio-em-portugues/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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