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As 5 Mulheres Portuguesas mais Notáveis

Mulheres Portuguêsas notáveis, de várias gerações e das mais variadas áreas.

 

 

 

 

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Antónia Adelaide Ferreira “A Ferreirinha” (1811-1896)

 

 

A sua vida como mulher foi de esforço, trabalho e tenacidade, quer como mãe, filha, mulher ou empresária, dirigindo e tomando decisões da maior importância, numa época de grande crise, o oposto do que se exigia às mulheres de então, do seu estrato social, praticamente apenas preocupadas com a beleza, a fragilidade e a sensualidade, dependentes dos homens, sem iniciativa e desligadas do mundo dos negócios. Para além do empreendedorismo, D. Antónia Adelaide Ferreira teve também uma vida altruísta, filantrópica e de grande generosidade, que se não limitou à solidariedade social, mas criando riqueza para si, para a Região Duriense e o País, ao criar oportunidades para si, família e seus trabalhadores.

 

 

Carolina Beatriz Ângelo (1877-1911)

 

 

Médica, republicana e feminista. Ingressou nas Escolas Politécnica e Médico-Cirúrgica, tendo terminando o curso no ano de 1902 . A sua actividade profissional foi conciliada com uma intervenção política e social intensa e marcante. Foi uma das principais activistas da sua época, defensora dos direitos das mulheres, tendo lutado por causas como a emancipação das mulheres e o sufrágio feminino.

Beatriz Ângelo foi também a primeira mulher a votar em Portugal. Numa altura em que o direito de voto era concedido aos cidadãos portugueses, maiores de 21 anos, sabendo ler e escrever e chefes de família, a persistência de Beatriz Ângelo, a ambiguidade da lei e facto de trabalhar, ser viúva e ter a seu cargo uma filha, permitiram-se lutar pela defesa do seu direito. Beatriz Ângelo foi sem dúvida uma mulher marcante na história portuguesa, com um percurso interrompido pela sua morte prematura.

 

 

Amália Rodrigues (1920-1999)

 

 

Filha de beirões radicados na capital, foi deixada ao cuidado dos avós maternos quando os pais regressaram à Beira Baixa. Como fadista profissional, estreou-se em 1939 no Retiro da Severa. Logo no ano seguinte actuou em Madrid, dando início a uma carreira nacional e internacional jamais igualada por qualquer outro artista português. A sua voz poderosa e expressiva fez-se ouvir e aplaudir em quase todo o Mundo. Amália Rodrigues tornou-se a grande divulgadora do fado além-fronteiras e é reconhecida como a maior intérprete da já longa tradição desse tipo de música. Em 2001, numa última homenagem prestada a Amália Rodrigues, o seu corpo foi trasladado para o Panteão Nacional.

 

 

Maria de Lourdes Pintasilgo (1930-2004)

 

 

Na política como na sociedade, Pintasilgo deixou marcas indeléveis. A condição feminina nunca a inibiu. Aos 12 anos, era já, no Liceu Filipa de Vilhena, responsável por todo o núcleo do Movimento Feminino Português. Da biografia de Pintasilgo ressalta o facto de ser quase sempre a primeira mulher nos campos a que se dedicou. Primeira mulher quadro superior da maior empresa nacional da época, a CUF, em 1953. Primeira a exercer, em 1974, um cargo ministerial, primeira a chefiar um Governo, primeira a concorrer à Presidência. Para a História ficam as batalhas, os confrontos, as vitórias e as derrotas de uma mulher que foi pioneira em quase tudo o que fez.

 

 

Elvira Fortunato (1964)

 

 

Investigadora e professora da Faculdade de ciência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, foi a vencedora do primeiro prémio na área de Enge-nharia do European Re-search Council (ERC), um dos galardoes que se equiparam aos Nobel, pela invenção do transístor de papel. É uma das melhores cientistas de micro-electrónica do mundo.

 

 

 

 

 

Artigo copiado do site: http://www.lusoamericano.com/

 

 

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Cruzada das Mulheres Portuguesas

A Cruzada das Mulheres Portuguesas

 

Foi um movimento de beneficência feminino criado a 20 de Março de 1916

 

Integrou um grupo de mulheres portuguesas que quiseram responder a um repto patriótico, num momento particularmente difícil da História.

Mulheres – mães, esposas e irmãs – souberam mobilizar-se para intervir e auxiliar, aos mais diversos níveis, numa cruzada cuja ação se manteria por mais de duas décadas.

 

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Grupo de voluntárias da Cruzada das Mulheres Portuguesas, em serviço no Hospital Militar de Belém 

 

 

Foi inspirada na sua congénere francesa, La Croisade des Femmes Françaises, surgida em 1915, que, a 20 de março de 1916, um grupo de 80 mulheres, em que se incluía Elzira Dantas Machado, mulher do Presidente da República Bernardino Machado, fundou a Cruzada.

A CMP desenvolveu a sua ação através de comissões (Propaganda, Enfermagem e Assistência aos Militares Mobilizados), promoveu a organização de cursos destinados a preparar enfermeiras e a criação de um hospital.

 

Já anteriormente em 1914, perante a emergência de uma nova realidade social, se assistiu ao surgimento da Comissão Feminina «Pela Pátria» que mobilizou um grupo de mulheres em torno da ideia de apoio pelo voluntariado, entre as quais Ana de Castro Osório, Ana Augusta de Castilho, Antónia Bermudes e Maria Benedita Mouzinho de Albuquerque Pinto.

 

A Cruzada não se ficou pelas campanhas de recolha de donativos, pela confeção e distribuição de bens e agasalhos aos mais carenciados e pelo apoio aos soldados. A Obra Maternal, criada em 1909, foi assumida pela estrutura nascente como forma de auxiliar os órfãos de guerra, procurando assegurar a dignidade e a formação de crianças que mendigavam pelas ruas da capital.

Fez ainda nascer outras obras, como o instituto que visava a reinserção dos mutilados regressados da frente de batalha, instalado no antigo convento de Arroios, sob a presidência de Ester Norton de Matos. Impulsionou a criação de inúmeros estabelecimentos visando quer o desenvolvimento das capacidades profissionais, quer o acolhimento aos mais desfavorecidos, nomeadamente a casa de trabalho em Xabregas, promoveu a abertura de creches, escolas e orfanatos. E, em França, criou o Hospital Militar Português em Hendaia.

 

 

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AS PRIMEIRAS MULHERES ELEITAS DEPUTADAS

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 As três primeiras mulheres eleitas deputadas em 1934:Domitilia de Carvalho, Maria Cândida Pareira e Maria Guardiola.


A primeira Assembleia Nacional foi eleita em 1934 por sufrágio directo dos cidadãos maiores de 21 anos ou emancipados.

Os analfabetos só podiam votar se pagassem impostos não inferiores a 100$00 e as mulheres eram admitidas a votar se possuidoras de curso especial, secundário ou superior.

O direito de voto às mulheres já fora expressamente reconhecido pelo decreto 19.894 de 1931, embora com condições mais restritas que as previstas para os homens.

A capacidade eleitoral passiva determinava que podiam ser eleitos os eleitores que soubessem ler e escrever e que não estivessem sujeitos às inelegibilidade previstas na lei, onde se excluíam os "presos por delitos políticos" e "os que professem ideias contrárias à existência de Portugal como Estado independente, à disciplina social...". É na I Legislatura da Assembleia Nacional que encontramos, pela primeira vez, três mulheres Deputadas.

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