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PORTUGALdantigamente

- TRADIÇÕES - CURIOSIDADES - HISTÓRIA - LENDAS -

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Tradição de fotografar o morto

Fotografar parentes e amigos depois de mortos pode parecer algo mórbido, Mas na Era Vitoriana britânica (1837-1901), fazer imagens dos falecidos - e até mesmo juntar-se a eles no registro - era uma maneira de homenageá-los e de tentar confortar a dor da perda.

 

 

 

Tradição esta que se espalhou um pouco por todo o mundo e que em alguns casos continua nos dias de hoje.

 

 

 

 

Em fotos, famílias aparecem com seus mortos, crianças parecem estar apenas adormecidas e jovens aparecem recostadas (os)

 

.

A morte lhes tomava a vida, mas também aumentava sua beleza - em meados do século 19, a palidez e a magreza causadas pela tuberculose eram vistas como atrativos em mulheres.

 

 

Mortos eram simplesmente colocados em frente à câmera como se ainda estivessem vivos.

E frequentemente bem vestidos, para que parecessem bem em seu último "momento social".

 

 

 

Para muitas famílias, era a primeira chance de tirar uma foto conjunta, e ao mesmo tempo a última de ter uma lembrança de um ente querido.

 

 

 

 

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 As crianças da foto estão mortas

 

 

 

 

 

 

 

fonte:pesquisa internet

 

 

 

 

 

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A Calçada Portuguesa

A calçada portuguesa é uma herança histórica da cultura e da tecnologia de construção dos romanos, que se impôs em Portugal no século XIV durante o reinado de D. João II.

 


Com as características de aspeto com que hoje a conhecemos, a Calçada Portuguesa teve como seu grande impulsionador o governador do Castelo de S.Jorge em Lisboa entre 1840 e 1846, o Tenente General Eusébio Cândido Pinheiro Furtado, que em 1842 transformou a fortaleza e os seus arredores em lugares de passeio onde foram introduzidas flores e calçada mosaico, utilizando como mão-de-obra dos presidiários do Castelo, chamados por “guilhetas”, que assentaram um tapete de pequenas pedras de calcário branco, cortado a espaços por linhas de pedras de basalto negro, num desenho em ziguezague.

 

 

 

 

 

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Calçada Portuguesa 

 

 

 

 

O efeito obtido foi tal que que levou a Câmara a reconhecer o excelente trabalho do engenheiro Militar Eusébio Furtado, profundo conhecedor das técnicas romanas.

 

Em 1848, viu aprovado o seu projecto para a Praça do Rossio, uma obra com uma área, concluída em 323 dias, onde foi introduzido o calcetamento, usando apenas calcário “vidraço”, branco e negro, designado por “Mar Largo” em homenagem aos descobrimentos.


A Baixa de Lisboa transforma-se com a maioria das suas ruas a serem calcetadas a basalto, entre elas o Largo de Camões em 1867, o Príncipe Real em 1870, a Praça do Município em 1876, o Cais do Sodré em 1877 e o Chiado, finalizando em 1894. A abertura da Avenida da Liberdade dá-se em 1879 e em 1908 chega finalmente ao Marquês de Pombal com largos passeios onde foram introduzidos belos e deslumbrantes tapetes de desenhos, que fazem de Lisboa a cidade referência deste tipo de pavimento artístico.

 

 

 

 

 

 

fonte:http://mundoportugues.pt

 

 

 

 

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