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PORTUGALdantigamente

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O Lápis Azul que riscou Portugal

O lápis azul

 

riscou notícias, fados, peças de teatro e livros, apagou anúncios publicitários, caricaturas e pinturas de parede.

 

 

Sendo proibida qualquer referência ao material censurado, poucas foram as oportunidades de ver o que se perdeu.

 

 

O Lápis Azul

 

A Censura do Estado Novo, que vigorou 48 anos, desde o Golpe Militar de 28 de Maio de 1926 aos regimes de Oliveira Salazar e Marcello Caetano.

 

 

A Comissão da Censura é instituída a 22 de Junho de 1926

 

 

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Os jornais passam a ser obrigados a enviar a esta comissão quatro provas de página e a não deixar em branco o espaço das notícias censuradas.

A implicação desta medida causa a indignação nas redacções.

Em 1933 a Censura viria a ser legalmente instituída através da Constituição.


Começa assim a saga do lápis azul

 

que conhecerá dois momentos.

Um até Setembro de 1968, sob a alçada de António de Oliveira Salazar e com a designação de Comissão da Censura.

O outro com a nomenclatura de Comissão do Exame Prévio durante o governo de Marcello Caetano, que só terminará a 25 de Abril de 1974.



 
A actuação do censor variava entre a proibição total da matéria submetida a exame e a aprovação com cortes.

Entre a actualidade informativa algumas temáticas pareciam mais "predispostas" a receber o carimbo "Cortado".

 

 

 

 

 

A censura estendia-se a outros domínios que não a Imprensa.

A realização de um espectáculo público dependia de uma solicitação de autorização submetida à Comissão da Censura. E nem as letras dos fados a serem cantados escapavam ao exame da Inspecção dos Espectáculos, Serviços de Censura.

 

 

 

A censura é tão antiga quanto a sociedade humana

 

 

 

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FUTEBOL - O primeiro troféu disputado em Portugal

Recordamos hoje na vitrina das “estórias futebolísticas” da bola lusitana um dos primeiros grandes momentos da vida do então jovem futebol em Portugal: o duelo entre as selecções do Porto e de Lisboa.

 

 

Um facto histórico ocorrido a 2 de Março de 1894, no Porto, mais concretamente no desaparecido Campo Inglês (zona do Campo Alegre), que reuniu uma selecção de Lisboa composta por jogadores do Club Lisbonense, do Carcavelos Club e do Braço de Prata, e um combinado do Porto composto por atletas do Oporto Cricket Club.

 

A partida foi organizada por Guilherme Pinto Basto, um profundo entusiasta do “belo jogo”, e a quem o futebol português muito deve, já que entre outros factos foi ele quem trouxe de Inglaterra (país onde estudava) para Portugal a primeira bola de futebol, objecto que desde logo suscitou um enorme interesse naqueles que com ele primeiramente tiveram contacto.

 


E pela primeira vez na história o vencedor levava para casa um troféu, neste caso a Taça D. Carlos I, uma oferta do citado monarca.

 

Família real que, aliás, se encontrava no meio da assistência do célebre encontro, sendo que um dos episódios curiosos do mesmo relata que os jogadores tiveram de fazer um esforço suplementar em jogar um prolongamento pelo facto de Suas Majestades o Rei D. Carlos, e a Rainha D. Amélia (os quais se faziam acompanhar pelos príncipes D. Luís Filipe e D. Manuel) terem chegado ao evento a meio da 2ª parte.

 

 

Como tal e para que os ilustres espectadores pudessem apreciar devidamente o espectáculo que ali se desenrolava foram jogados mais alguns minutos de uma contenda que seria ganha pela equipa de Lisboa, por 1-0.

 

 

EquipaLisboa.png

 

 

A taça seria entregue a Guilherme Pinto Basto.
Na fotografia que ilustra este texto pode ser vista a selecção de Lisboa que venceu este histórico encontro, a qual posa com a bonita taça que se assumiu como uma das peças de maior valor histórico do futebol lusitano.

 

 

 

fonte: http://museuvirtualdofutebol.webs.com/

 

 

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Vinho dos Mortos

O Vinho dos Mortos

 

É uma velha tradição Portuguêsa que data do início do século XIX

 

 

 

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Quando da Invasão Napoleônica do país, Os vinhateiros enterraram garrafas de vinho no chão para evitar pilhagem pelos soldados.

Terminados os combates, os vinhos foram desenterrados e houve uma agradável surpresa.

A bebida das garrafas estava com sabor (“bouquet”) ainda melhor, um vinho com graduação de 10º/11º, palhete, apaladado que tinha, então, uma gaseificação natural em função da temperatura constante e da escuridão.

A tradição ganhou o nome “dos Mortos” em alusão às garrafas terem estado enterradas.

Outro nome desse vinho´’ “Morto de Boticas” por ser cultivado principalmente em Vila de Boticas.

 

 

 

Esta história leva-nos até ao ano de 1809, altura em que as tropas francesas, comandadas pelo general Soult, invadiram pela segunda vez Portugal.

Quando os franceses invadiram a região, o povo, com medo que estes lhes pilhassem as suas colheitas e os seus outros bens, escondeu o que conseguiu, usando das formas mais expeditas: o vinho foi enterrado no chão das adegas, no saibro, debaixo das pipas e dos lagares.

Mais tarde, depois dos franceses terem sido expulsos, os habitantes recuperaram as suas casas e os bens que restaram.

Ao desenterrarem o vinho, julgaram-no estragado.

Porém, descobriram com agrado que estava muito mais saboroso, pois tinha adquirido propriedades novas.

Era um vinho com uma graduação de 10º/11º, palhete, apaladado, e com algum gás natural, que lhe adveio da circunstância de se ter produzido uma fermentação no escuro e a temperatura constante.

Por ter sido “enterrado” ficou a designar-se por “Vinho dos Mortos” e passou a utilizar-se esta técnica, descoberta ocasionalmente, para melhor o conservar e optimizar a sua qualidade.

 

 

Assim, nasceu uma tradição de “enterrar” o vinho pelo menos durante um ano, que se foi transmitindo de geração em geração.

 

 

fontes: wikipedia & http://passadocurioso.blogspot.pt/

 

 

 

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Capela dos Ossos em ÉVORA

Capela dos Ossos - Évora

Igreja de São Francisco

 

“Nós ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos”

 

 

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A Capela dos Ossos foi edificada no século XVII por iniciativa de três frades franciscanos cujo objetivo era transmitir a mensagem da transitoriedade e fragilidade da vida humana.

 

 

Esta capela foi construída no local onde inicialmente era o dormitório e sala de reflexão dos frades.

É formada por três naves de cerca de 18,70m de comprimento e 11m de largura. A luz natural entra estrategicamente nestas naves apenas por três pequenas frestas do lado esquerdo. É um local bastante escuro! Seja corajoso…

 

As paredes da Capela dos Ossos e os oitos pilares que a constituem encontram-se revestidos com ossos e crânios humanos, cuidadosamente dispostos, ligados por cimento pardo.

As abóbadas são de tijolo rebocado a branco e pintadas com motivos que simbolizam ou aludem à morte. Para além das ossadas, a Capela dos Ossos, está também decorada com estátuas de cariz religioso e uma pintura estilo renascentista e barroco.

As arcarias apresentam-se ornamentadas com filas de caveiras, cornijas e naves brancas. Calcula-se que sejam cerca de 5000 as caveiras humanas que ali se encontram, entre inúmeros ossos, provenientes das sepulturas da igreja do convento e de outras igrejas e cemitérios da cidade.

No século XVI existiam perto de quarenta e dois cemitérios monásticos na cidade, os quais ocupavam demasiado espaço.

Em jeito de solução, aqueles monges extraíram os ossos do chão e utilizaram-nos para construir e “decorar” esta capela.

 

A Capela dos Ossos é um monumento de arquitetura penitencial. Dedicada ao Senhor dos Passos, imagem conhecida dos eborenses como Senhor Jesus da Casa dos Ossos.

Esta imagem representa de forma impressionante e vívida o sofrimento de Cristo na sua caminhada até ao calvário com a cruz às costas.

 

 

visitar Évora sem visitar a Capela dos Ossos não faz sentido.

 

 

 

fonte:http://www.visitevora.net/

 

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