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PORTUGALdantigamente

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PORTUGALdantigamente

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Os instrumentos (de tortura...) dentários de antigamente

 

 

Ir ao dentista, antigamente era um dos maiores  PESADELOS!!!!!

 

 

 

 

Eis alguns instrumentos dentários de antigamente

 

 

 

 

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Broca de Arco (7000 a.C.)

 

 

Este instrumento dentário super antigo (data de 7000 anos antes de Cristo!!!), era usado para brocar um dente.

 

 

 

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Broca Dentária Girada A Dedo (1870)

 

Isto era uma broca manual presa ao dedo do dentista que depois a girava para brocar o dedo... lenta e dolorosamente.

 

 

 

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Broca Relógio (1875)

 

 

foi a primeira broca a perfurar continuadamente.

 

 

 

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Chave Dentária (1810)

 

o principal meio de extracção de dentes até o Séc. XX. Se bem que não era muito eficiente, porque, muitas vezes, em vez de o retirar acabava por partir o dente ao meio.

 

 

 

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Cinzéis de Osso (1780)

 

 

funcionavam duma forma bastante simples: espetavam-se directamente na gengiva como se fossem pás e depois empurrava-se o dentro para fora.

 

 

 

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Écraseur de Língua (1850)

 

servia para remover partes infectadas da língua. Quanto mais apertada a manivela, menos sangue circulava na parte isolada da língua e depois era só cortá-la com uma faca.

 

 

 

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Elevador de Pé-de-cabra (1700)

 

 

era usado para alavancar um dente maroto que não quisesse sair a bem da gengiva.

 

 

 

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Espéculo Bucal (1600)

 

 

Servia para a mesma coisa do que a mordaça bucal, para manter a boca do paciente aberta. Quanto mais se girasse o punho, mais a boca abria...

 

 

 

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Fantasma Dentário (1930)

 

 

este fantasma servia para os dentistas praticarem as suas técnicas e utilização dos instrumentos antes das brincadeiras a sério com os pacientes.

 

 

 

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Foice Dentária (1810)

 

 

Este dispositivo foi inventado pelos franceses

. Já viram o que era sentir aquele espigão apertar as vossas gengivas por baixo do dente até o sacar por completo? 

 

 

 

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Mordaça Bucal Dentária (1500)

 

 

servia para manter a boca aberta daqueles que sofriam de trismo (contratura dos dentes; contratura dolorosa da musculatura da mandíbula).

 

 

 

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Pelicano Dentário (1600)

 

 

Era usado desde os idos de 1400 e servia para arrancar um dente. Punha-se o dente entre aquelas duas garras e depois... DOR INSANA!!

 

 

 

 

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Tenazes Dentárias (1600) 

 

 

Estas tenazes  foram inventadas  para extrair um dente. (Ou vários. E, se calhar, a dentadura por completo.)

 

 

 

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 Tenazes Parafuso Dentárias (1848)

 

 

As duas lâminas eram encravadas na boca para permitir ao parafuso chegar ao dente mais eficientemente.

 

 

 

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Anestesiante Dentário Wilcox Jewett (1905) 

 

 

Esta seringa com aspecto de revólver arraçado em espora era usada para injectar cocaína (viciados) nas gengivas, pois a coca era a única anestesia disponível.

 

 

 

 

 

 

 

De salientar que antigamente as extrações dentárias eram feitas pelos barbeiros

 

 

 

 

 


 

 

 

fonte:  http://www.roletadasanedotas.pt/instrumentos-dentarios-horripilantes/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

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LUÍSA DE JESUS - Condenada por ter assassinado 33 bebés

 

Mulher matou cerca de 30 crianças para receber "subsídio"

 

 

Luísa de Jesus.

 

Nasceu em Coimbra no ano de 1750, tendo sido morta por enforcamento no dia 1 de julho de 1772.

 

 

Terá sido a última mulher a ser executada em Portugal, tinha então 22 anos e depois de ter sido acusada e condenada por ter assassinado 33 bebés, que haviam sido abandonados pelos pais e que ela ia buscar a instituições de caridade, que à data se chamavam a ‘Roda dos Enjeitados’.

 

O móbil do crime era a vontade de se apoderar do enxoval dessas crianças e receber os 600 réis que eram dados pelo Estado a qualquer pessoa que fosse buscar uma criança para cuidar dela.

 

Já naquele tempo, século XVIII, a esperteza humana levava a que Luísa de Jesus utilizasse na maioria das vezes em que ia buscar os bebés nomes falsos, por forma a não ser identificada.

 

Reza a história que confessou às autoridades 28 homicídios, apesar de lhe serem imputados 33 desses crimes.

Numa busca à sua casa foram encontrados os restos mortais de 33 cadáveres, uns decepados, outros esquartejados.

 

 

 

 

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Luísa de Jesus. retrato-robô 

 

 

 

Antes de ser garrotada e queimada em execução pública foram-lhe cortadas as mãos, um facto inédito para as execuções de mulheres.


 

 

 

 

 

 

 

 

fonte:http://www.cmjornal.pt/mais-cm/domingo/detalhe/serial_killers_os_mais_terriveis_portugueses?ref=domingo_MaisVistas

 

 

 

 

 

 

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Festa dos tabuleiros - A História

 

A Festa dos Tabuleiros é a celebração mais importante da cidade de Tomar, Portugal e uma das maiores e mais antigas do país, sendo a Festa que atrai mais visitantes em Portugal cerca de meio milhão de pessoas apenas no dia do Cortejo dos Tabuleiros.

 

É também considerado um dos maiores Festivais do Mundo,  tendo adquirido estatuto e fama internacional, sendo hoje em dia um dos ícones culturais de Portugal.

Também conhecida como a Festa do Espírito Santo, realiza-se de 4 em 4 anos, no início do mês de julho.

 

 

Tradicionalmente, o tabuleiro é transportado por uma rapariga vestida de branco e terá de ter a altura da mesma.

Este é decorado por flores de papel colorido, espigas de trigo, 30 pães, de 400gr cada, enfiados em canas que saem de um cesto de vime evolvido por um pano banco bordado.

O topo do tabuleiro é ainda composto por uma coroa encimado pela Cruz de Cristo ou a Pomba do Espírito Santo.

 

 

Acredita-se que se trata de uma das mais antigas festas do nosso país remontando às festas do imperador, instituídas por D. Dinis e pela Rainha Santa Isabel, no quadro do culto do Espírito Santo.

Têm também a ver com práticas ancestrais de entrega das primícias das colheitas a Deusa Ceres e de celebração da fertilidade da terra.

E há ainda uma componente mais recente, também presente nas Festas dos Açores, com o seu quê de inspiração franciscana, de celebração igualitária da fraternidade e da partilha dos frutos da terra: o bodo e a ceia comum. Segundo alguns autores a sua origem encontra-se nas festas de colheitas à deusa Ceres.

 

Repare-se que Tomar era sede Templária, e a ordem do Templo sempre foi acusada pela inquisição de desvios doutrinários, senão de heresia, até ser extinta pelo Papa Clemente V em 1307.

 

Os símbolos do Espírito Santo estão bem presentes no alto tabuleiro que as raparigas transportam no cortejo: no topo a pomba e a coroa e de alto a baixo os pães enfiados em cana (aos quais se atribuíam virtudes milagrosas), flores de papel (tradicionalmente, papoilas) e, ainda, espigas.

 

No século XIX encontram-se referências às festas do Espírito Santo, e até 1895 fazia-se o cortejo anual à Sexta-feira, por alturas do dia 20 de Junho. Depois de 1914, passou a fazer-se ao Domingo.

 

A antiga tradição do sacrifício dos bois, cuja carne seria depois distribuída por todos (como acontecia no penedo, após a tourada à corda), manteve-se até 1895.

A partir de 1966, os bois do Espírito Santo voltaram ao cortejo, mas agora só com funções simbólicas.

 

 

 

 

A construção do tabuleiro

 

 

 

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1: O aparar das pontas das canas para entrarem melhor no entrançado do cesto.

O Cesto deve ser posto de molho 12 horas antes.
Para que as canas entrem mais facilmente no tabuleiro e, para que depois destas estarem secas, fiquem mais firmes.2: O fixar das canas ao cesto colocadas a igual distância.

Canas flexíveis e resistentes, colhidas próximo da maturação.3: Colocadas as canas, o espetar do 1º pão. Pães de 400 gr, tipo "tabuleiros", alongados e roliços, com cintura como se vê na gravura nº4.4: Os primeiros 15 pães já estão colocados.5: Todos os pães colocados.6: O colocar da coroa.7: Coroa já colocada.8: O atar da coroa às canas.9: A travagem de pão a pão.10: Outra fase da travagem.11: Travagem concluída e ponta das canas que sobressaem já cortadas.12: Colocação do arame grosso, desde a coroa ao cesto, passando pelo cruzamento das canas de travagem.

Este arame é dispensável se a travagem pão a pão ficar bem firme.13: Ornamentando a coroa.

A Coroa tanto pode ser enfeitada com papel, a condizer com a ornamentação geral do tabuleiro, como pintada a dourado ou a prateado.14: Colocação da verdura (neste tipo de ornamentação).15: Preparando os raminhos de flores.16: Colocação dos raminhos.17: O acabamento da ornamentação da coroa, antes da colocação da pomba.18: Já totalmente ornamentado, com a pomba colocada e a toalha a envolver o cesto.

 

 

 

Nota: A Pomba do Espírito Santo é a preferência; mas admite-se a sua substituição por uma cruz, muito especialmente a Cruz de Cristo.

 

 

 

 

 

 

 

fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Festa_dos_tabuleiros

 

 

 

 

 

 

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Gripe que matou mais de 60 mil portugueses

A pneumónica ou gripe espanhola de 1918

 

 

 

Foi na Primavera que a gripe chegou a Portugal. "Os primeiros casos de pneumónica ocorreram no final de Maio de 1918, em Vila Viçosa"

 

 

 

Trazida por portugueses que trabalhavam em Badajoz ou em Olivença, a doença propagou-se rapidamente pelo Alentejo.

Em Junho registaram-se os primeiros casos em Lisboa e no Porto, mas só em Setembro a pneumónica chegou à Madeira.

A bordo do vapor Mormugão iam passageiros infectados e a doença alastrou logo que a embarcação atracou no Funchal.

O mesmo aconteceu nos Açores, a 21 de Setembro.

As cerca de 60 pessoas que viajavam num navio proveniente de Bordéus transmitiram a doença aos habitantes de Ponta Delgada.

Uma das figuras centrais no combate à pneumónica foi Ricardo Jorge, "que era um epidemiologista visionário".

Director do então Instituto Central de Higiene, "surpreendeu pela forma organizada de resposta à dispersão da doença".

Decretou a notificação obrigatória de todos os casos, o isolamento de doentes e a interdição das migrações das forças militares ou dos trabalhadores agrícolas.

 

 

As farmácias foram obrigadas a não aumentar os preços dos medicamentos e criaram-se comissões de socorro para acudir aos doentes.

 

 

 

 

 

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Enfermaria improvisada

 

 

 

 

 

 

 

 

fonte:https://www.publico.pt/ciencias/jornal/gripe-de-1918-matou-mais-de-60-mil-portugueses-47408

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A Revolta da Batata

 

Em 1917, Portugal era um país em erupção.

 

O racionamento de alimentos por causa da I Guerra Mundial provocou a revolta popular.

 

O país afundava numa profunda crise económica.

 

Era cada vez mais difícil sobreviver, sobretudo nas zonas urbanas.

De acordo com o Anuário Estatístico de Portugal, o custo de vida subiu 192,7% entre 1914 e 1918.

Um litro de leite custava o equivalente a 18% do salário de um operário e uma dúzia de ovos correspondia a 60%.

 

Paralelamente, o desemprego alastrava.

 

 

Nesta altura Portugal era um país rural.

A grande maioria da população era analfabeta e os que vinham do campo à procura de emprego nas cidades, quando lá chegavam, viviam em condições sub-humanas.

Precisavam de apoio social para sobreviver, como a Sopa para os Pobres, criada pelo jornal O Século, com a ajuda das paróquias, em Abril de 1917.

Os fundos eram angariados através da organização de espectáculos de beneficência.

 

Os ânimos aqueceram ainda mais quando houve um aumento súbito do preço da batata, um produto muito consumido pelas classes mais desfavorecidas, devido à falta de pão.

A isso juntava-se a escassez de carne, peixe, leite e açúcar.

 

A população estava faminta e a 19 de Maio de 1917 começaram os assaltos em massa a mercearias, padarias, restaurantes.

 

 

A situação, nos dias seguintes, ficou descontrolada.

 

Os violentos confrontos dos populares com as forças da autoridade entre 19 e 21 de Maio provocaram cerca de 40 mortos.

Houve centenas de pessoas que foram presas.

No Rossio, a enfrentar a guarda, estiveram mais de 4 mil pessoas.

O governo, liderado por Afonso Costa, declarou o estado de sítio e suspendeu as garantias constitucionais.

A capital passou a ser patrulhada pela infantaria e pela cavalaria.

No Porto também houve confrontos com a GNR e a polícia de que resultaram cerca de 20 mortos e vários feridos.

 

 

 

 

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Esta explosão social ficou conhecida como “A Revolta da Batata”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/weekend/detalhe/a-revolta-da-batata-foi-ha-100-anos?ref=DET_NoticiasRecomendadas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O GENE QUE SO OS PORTUGUESES POSSUEM

 

 

A ORIGEM DO POVO LUSITANO QUE AINDA HABITA ACTUALMENTE PORTUGAL É INCRIVELMENTE ANTIGA. SOMOS MARCADOS COM UM GENE QUE NÃO EXISTE EM MAIS NENHUM LUGAR DO MUNDO.

 

SOMOS OS ÚLTIMOS SOBREVIVENTES DE UMA ANTIQUÍSSIMA RAÇA IBÉRICA PRÉ-MEDITERRÂNICA.

 

 

Os cientistas estão certos das particularidades genéticas dos cidadãos portugueses descendentes dos Lusitanos, particularmente os Lusitanos que ainda habitam as montanhas isoladas, as aldeias e vilas do interior Beirão.

 

 

 

O porquê das nossas diferenças é simples:

 

 

Não nos deixámos misturar com os Norte-Africanos do Paleolítico, da chamada raça Mediterrânica, portanto, não temos o gene do Mediterrâneo, como o têm os Cónios do barrocal Algarvio; nem nos deixámos absorver completamente pelos Indo-Europeus, especialmente os Celtas, apesar da forte influência cultural e linguística destes últimos sobre nós, especialmente sobre os Calaicos a norte do Douro.

 

O que prova isolamento, e temos dois genes específicos, sendo que um deles não foi encontrado em mais nenhum lugar no Mundo. 

 

 

 

 

 

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Os descendentes dos lusitanos possuem dois genes próprios: o A25-BIS-DR2 e o A26-B38-DR13.
 
 
 
 
 
 
 
 
A estes genes portugueses foi adicionado o gene Europeu, que para aqui veio através dos Celtas.
 
 
E foi esta mistura que deu origem aos Lusitanos (e aos outros povos nativos), que ainda hoje habitam maioritariamente em Portugal.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
fonte: http://www.vortexmag.net/a25-bis-dr2-o-gene-lusitano-que-so-os-portugueses-possuem/
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

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O navio mais bonito do mundo é Português

 

 

O navio escola Sagres foi construído nos estaleiros da Blohm & Voss, em Hamburgo, em 1937, para desempenhar funções como navio-escola da Marinha Alemã — onde era chamado Albert Leo Schlageter — juntamente com os seus semelhantes da classe Gorch Fock: o primeiro, que deu o nome à classe, o segundo, ex-Horst Wessel (actual USCGC Eagle), e o quarto, Mircea; houve ainda um quinto, o Herbert Norkus, destruído antes de ter sido terminado.
 
 

 

Muito se ficando a dever o êxito desta compra à acção empenhada do Dr. Pedro Teotónio Pereira, na altura Ministro da Presidência e um grande amante da vela.
O navio recebeu o mesmo nome do antecessor, entrando ao serviço da Marinha Portuguesa em 8 de Fevereiro de 1962.
 

 

 Por vezes o Sagres III é erradamente referido como “Sagres II”, em virtude do desconhecimento da existência do primeiro navio com este nome.
 
Na realidade, o primeiro Sagres foi uma corveta de madeira, construída em 1858 em Inglaterra. Fundeada no rio Douro serviu como navio-escola para alunos marinheiros, entre 1882 e 1898.
 
 
 
 
 

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Ao serviço da marinha portuguesa já deu três voltas ao mundo, a primeira em 1978/1979  a segunda em 1983/1984.
 
Em 19 de Janeiro de 2010 partiu para a terceira volta ao mundo.
 
O navio-escola Sagres regressou a Lisboa da terceira volta ao mundo no dia 23 de Dezembro de 2010, após uma viagem que durou cerca de 11 meses e durante a qual fez escala em 28 portos.
 
Durante esta terceira viagem, percorreu 40.000 milhas e navegou durante 5.500 horas. Foi tambem visitado por cerca de 300.000 pessoas.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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O sino mais antigo de Portugal

 

Está no museu de Coruche e é o sino mais antigo de Portugal.

 

Datado de 1287 e descoberto ao acaso numa escavação arqueológica, o sino de Coruche é uma rara e tangível evidência da fundição sineira da época medieval, marcada por uma grande transição e evolução das características físicas e acústicas dos sinos.

 

O sino da Igreja de São Pedro de Coruche recuperou, quase na totalidade, a sua forma original, mas o seu verdadeiro som julgava-se perdido.

 

 

 

 

 

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O som original era impossível de ouvir. Havia partes em falta e os fragmentos foram colados.

 

 

 

 

 

 

 

 

fonte:http://novamagazine.pt/index.php/2016/03/16/o-sino-mais-antigo-de-portugal-voltou-a-tocar/

 

 

 

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Crânio humano mais antigo de sempre em Portugal

Uma equipa internacional de arqueólogos descobriu o fóssil humano mais antigo já encontrado em Portugal, um crânio com cerca de 400 mil anos.

 

 

 

 

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Os arqueólogos encontraram o crânio na gruta da Aroeira, concelho de Torres Novas, no centro do país.

 

 

 

Trata-se de um antepassado "a meio caminho entre o 'homo erectus', que apareceu em África há entre 1,5 e dois milhões de anos e os mais recentes, a que chamamos Neandertais na Europa e modernos em África".

 

 

 

 

 

 

 

fonte:http://www.dn.pt/sociedade/interior/descoberto-o-cranio-humano-mais-antigo-de-sempre-em-portugal-5722347.html

 

 

 

 

 

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As noras - engenhos antigos de tirar água

As noras são engenhos fixos e circulares para tirar água dos poços, ribeiras e rios, compostas por uma roda que faz mover a corda a que estão presos alcatruzes ou cubos encadeados: baldes que transportam a água, num calabre flexível que acompanha o perímetro da roda que o traciona.

 

Inicialmente as noras eram acionadas por mulas, burros, ou machos que quando “presos à nora” se deslocavam de olhos vendados para que dessem mais rendimento e não perdessem o sentido de orientação.

 

 

 

 

 

video de burro a puxar a nora 

 

 

 

 

 

 

A nora terá chegado à península ibérica pelas mãos dos árabes, constituindo uma grande evolução nas técnicas de elevação de água e rega.

 

Podem encontrar-se variados modelos e formatos de noras, mas o princípio de funcionamento é comum a todos

 

(noras com engenhos montados em poços em que o animal andava ao lado, descrevendo um círculo ou em que o animal trabalhava num círculo à volta da nora, no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio; e noras de elevação, com mina, para tirar a água a balde pelo interior).

 

 

 

A  nora mais utilizada era aquela em que o engenho está a descoberto e o animal anda à sua volta.

 

 

 

 

 

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Fixas no bordo da roda, os alcatruzes enchem-se e esvaziam-se á medida
 que a roda gira e transportam a água do rio para canais de irrigação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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